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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Conhece-os?

Quem é a Ana Rita Seabra?

Licenciada em Bioquímica pela UP no ano de 2004 está no IBMC há cinco anos a trabalhar em Biologia de Plantas na área da assimilação do azoto. É aluna de doutoramento há dois anos. Na noite dos investigadores participa na peça de marionetas "A origem das quase espécies".



Conhecem a Ana Cristina Barros?

Ana Cristina Barros é doutoranda do Centro de Estudos de Gestão do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa e investigadora afiliada do Center for Transportation & Logistics do Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, EUA. Obteve o seu MBA em logística e empreendedorismo na Technische Universitaet Muenchen, Munique, Alemanha e a sua licenciatura em Engenharia Química na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Os seus principais interesses de investigação são na área da gestão de cadeias de abastecimento, nomeadamente na definição de estratégias para cadeias de abastecimento e medição da sua performance. Ana Cristina Barros tem vários anos de experiência profissional nas áreas de compras e planeamento em empresas alemães e portuguesas. Como colaboradora convidada da Cornell University, EUA, participou num projecto para o New York State.

Vai participar na peça de marionetas do Porto, onde também nos vai oferecer música ao vivo.



Já ouviram falar do Fernando Jorge Monteiro?

Fernando Jorge Monteiro tem 54 anos, é professor da FEUP e investigador do INEB. Trabalha em investigação em Biomateriais. Estudou música há muitos anos e agora toca ( ou desfina...) piano, por brincadeira, em casa. Adora motos e corridas de fórmula 1. É dependente de ginástica, abstémio, anti-tabagista. Quanto à música gosta de clássica (Bach, Mozart, Chopin, entre outros compositores) e de muitos outros tipos de música ... desde que seja de muito boa qualidade!

Na Noite dos Investigadores é líder de um dos grupos de música, no caso, o grupo de jazz.



Porque é que decidiram participar nas actividades da Noite dos Investigadores?

Ana Cristina Barros: Desde os seis anos que faço actividades artísticas no âmbito da música e da dança. Na adolescência e enquanto estava a tirar o curso chegava a ter várias actuações por semana. Últimamente as oportunidades para preparar um espectáculo são cada vez menores e sempre à custa de muita iniciativa própria. Por isso, mal vi o anúncio das actividades da Noite dos Investigadores pensei que não podia deixar de participar!

Ana Rita Seabra: A noite dos investigadores apelou ao meu sentido criativo. Decidi também participar para poder ser simplesmente "palhaça" para me libertar da seriedade à qual estamos "obrigados" diariamente. Obviamente não querendo dizer com isto que o trabalho que estamos a realizar no Teatro de marionetas não é sério. Como tenho alguma dificuldade em transmitir às pessoas fora da comunidade científica o que faço achei interessante a ideia de comunicação alternativa ao discurso. Vi também uma potencial forma de contactar com outros investigadores. Por fim, é uma excelente iniciativa e todas as excelentes iniciativas deviam ser apoiadas e ter participação activa por parte dos investigadores.

E, o que é que estão a achar desta experiência?

Ana Rita Seabra: . Estou a gostar imenso da experiência!! Já cantei pessimamente mas sem constrangimento, pus em prática habilidades de trabalhos.

Ana Cristina Barros: A experiência está a ser muito boa. Gosto da forma como a Filipa apela a nossa criatividade e deixa o espectáculo tomar a sua forma com as contribuições de todos. Admiro a calma e segurança dela de que o resultado vai ser bom! Enfim, são “estruturas interessantes”! O ambiente nos ensaios é óptimo e gosto do espirito aberto das participantes.




Por: Alexandra Matos (IBMC)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Concurso de Posters Noite dos Investigadores


Coloca as tuas ideias no papel – faz um desenho de um cientista e habilita-te a prémios e a representar Portugal no concurso Europeu do poster da Noite dos Investigadores 2010.

Os 10 melhores cartazes estarão expostos nas quarto cidades do Cientistas ao Palco – Porto, Coimbra, Lisboa e Olhão – e o grande vencedor será anunciado na Noite dos Investigadores, dia 25 de Setembro.

Quem pode concorrer?
O concurso dirige-se ao público de todas as idades, dividindo-se em duas categorias:
- Categoria 1: dos 6 aos 13 anos
- Categoria 2: maiores de 14 anos

Data limite para envio de posters
15 Setembro 2009

Votação online
16 a 22 Setembro 2009

Atribuição de prémios
25 Setembro 2009

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Investigadores na primeira pessoa

Temos mais quatro participantes na Noite dos Investigadores no Porto que se apresentaram:


Chamo-me Diogo Monteiro, tenho 21 anos e sou estudante da FCUP/ICBAS pelo curso de Bioquímica. Presentemente estou no laboratório de Farmacologia e Neurobiologia do ICBAS, local onde apresentei a minha tese de licenciatura. Para além de ratos, tubos e frascos com reagentes caros, tenho especial interesse por música, sobretudo Jazz e Blues, e toco (ou tento) bateria. O que me levou a participar neste projecto, foi a oportunidade de mostrar a toda a gente, aos Portuenses em particular, que nem só de ciência vivem os cientistas, e que uma aproximação do público à Ciência será favorável para ambos os lados.




O meu nome é Joana Marinho, tenho 24 anos e sou estudante de doutoramento no laboratório de Biologia do Desenvolvimento no IBMC, Porto. Além de investigar, que é o meu trabalho e adoro, gosto de estar com os amigos, e principalmente viajar e conhecer novas culturas. Decidi participar no evento porque acho que é uma óptima ideia libertar os cientistas deste casulo onde vivem. Tenho pena que sejam precisos 20 anúncios para recrutar cientistas para este tipo de eventos, e isto mostra o quanto são importantes eventos como este! Pessoalmente é um desafio porque nunca fiz teatro, nunca fui muito ligada ao mundo artístico e quero conhecer um pouco mais deste mundo.


O meu nome é António Castro, tenho 22 anos e sou estudante da FCUP pelo curso de Bioquímica. De momento estou a realizar a minha tese de mestrado na FEUP/FMDUP. Os meus principais interesses são a musica (toco baixo), cinema, ginasio, livros (especialmente romances modernos e filosofia) e socializar com os meus amigos. O que me levou a participar neste projecto foi, por um lado, mostrar à sociedade portuense que os investigadores tem outros interesses além da ciência (contribuindo para acabar de certa forma com o esteriotipo existente ainda no nosso pais quanto à investigaçao) e por outro lado contribuir para uma aproximação entre os varios departamentos de investigação da UP, permitindo assim conhecer novas pessoas e quem sabe fazer novas amizades.



Chamo-me Anabela Nunes e tenho 23 anos.
Trabalho no IBMC.INEB a fazer comunicação de ciência. Neste momento estou num projecto de divulgação dos efeitos neurotóxicos das drogas de abuso.
Sou uma pessoa completamente normal, gosto de dormir, comer doces, ler, ouvir música, passear... Participar no teatro da noite dos investigadores pareceu-me um bom modo de fugir à rotina e simultaneamente aprender novas formas de comunicar, ciência, mas não só.



Por: Alexandra Matos (IBMC)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Fica a conhecer melhor alguns investigadores do Porto

Tenho recebido alguma informação sobre o perfil dos investigadores que vão subir ao palco dia 25 de Setembro.

Por enquanto, deixo-vos aqui os que tenho e assim que junte mais alguns tratarei de vos mostrar.
Combinado?!



INVESTIGADORES QUE VÃO FAZER TEATRO:


Giancarlo Pace, 37 anos, investigador no Centro de Astrofísica da Universidade do Porto.
Além do trabalho gosta de: boa companhia, fazer desporto, ler, ver filmes e dançar.

Participa neste evento porque é uma oportunidade muito interessante de conjugar a sua experiência no trabalho ( que tem a ver sobretudo com a racionalidade) com o teatro (que envolve também faculdades emocionais).


Nome: Andreia Sofia da Costa Teixeira
Idade: 27 anos
Local de Trabalho: Departamento de Ciências de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
O que gosta de fazer: nadar, dançar, escrever, viajar, conversar, ouvir música e jantar em restaurantes envidraçados.
O que não gosta: esperar, o som da vassoura a varrer, discotecas cheias de gente e passear com malas.
Motivação para participar neste evento: sempre quis fazer teatro, pelo que, quando lhe falaram deste evento, não hesitou em se inscrever.


INVESTIGADORES QUE VÃO TOCAR NA JAM SESSION:


Chama-se Sandra Carvalho, tem 26 anos e é aluna de doutoramento, no IBMC, num projecto sobre Leishmania . Desde criança que divide a sua vida entre a escola/trabalho e a Música. A participação na Noite dos Investigadores foi motivada pela ideia de poder partilhar um palco musical com alguém que conhece apenas dos palcos científicos e de contribuir para alterar a imagem dos cientistas - aquelas pessoas de bata branca que passam os dias a olhar para frascos a borbulhar!



Nuno Henrique Franco licenciou-se em Ensino de Biologia e Geologia (2003) e posteriormente em Biologia - Ramo Animal, em 2007. Foi professor do ensino básico e secundário entre 2002-2009, biólogo monitor e comunicador de ciência do Projecto Rodentia do IBMC (desde 2006) e, presentemente (2008-2011) desenvolve o seu projecto de doutoramento na mesma instituição, cujo objectivo é avaliar a aplicação dos 3Rs da investigação animal nas áreas da Imunologia das Doenças Infecciosas e Doenças Neurodegenerativas, bem como aferir o impacto do treino formal em ciências de animais de laboratório nas atitudes de cientistas que usem modelos animais. Entre os seus interesses académicos, contam-se a Bioética - e Ética Animal em particular - Ciência de Animais de Laboratório, Bem-estar Animal e Educação e Desenvolvimento da Cultura Científica, estando envolvido em vários projectos educacionais de extensão à comunidade, no IBMC.


Por: Alexandra Matos (IBMC)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Projecto de teatro com a Associação Cultural SEM PALCO no Porto

O projecto de teatro que se está a desenvolver no Porto, com a companhia ‘Sem Palco’ pretende ser um espaço aberto à exploração onde a linguagem teatral se encontra ao serviço dos objectivos inerentes à actividade da Investigação Científica e Tecnológica.

Os objectivo da companhia ‘Sem Palco’ são:
- Envolver os investigadores na criação teatral de um espectáculo de teatro;
- Promover a interacção entre investigadores e actores;
- Desenvolver e/ou alargar as capacidades de criação artísticas do grupo de investigadores;
- Criar um espectáculo que mostre a importância e utilidade dos resultados conseguidos a partir das investigações levadas a cabo, aliado a uma vertente de entretenimento.

Daniel Pinheiro, um dos formadores da Associação Cultural SEM PALCO, respondeu a algumas perguntas:

O que é que já foi feito até agora?
Durante a primeira fase do nosso trabalho o objectivo principal foi integrar os investigadores no processo de criação teatral. Fornecer aos Investigadores, neste primeiro módulo de oficina de teatro, as ferramentas necessárias e indispensáveis para poder avançar na construção de uma peça de teatro, cuja temática foi decidida em conjunto com os participantes.
Noções de postura, corpo, movimento, voz e técnicas de improvisação foram abordadas durante esta primeira fase de uma maneira bastante orgânica e fluída, onde os investigadores se foram gradualmente apropriando de ferramentas que lhes serão úteis na segunda fase do trabalho, ou seja, a peça de teatro propriamente dita.
Improvisações em grupo onde se foi construindo uma dinâmica essencial entre todos, e onde as dúvidas foram surgindo e clarificadas de forma espontânea sem necessidade de abordagens teóricas extensas.
Relativamente às técnicas utilizadas em vários exercícios, não houve um género especifico a ser trabalhado, foram abordados diferentes géneros teatrais que permitiram atingir resultados interessantes e relevantes para o trabalho que se segue. Desde técnicas de movimento e postura corporal provenientes do trabalho de Jacques Le Coq - Corpo Poético - onde o corpo e o movimento se unem para produzir metáforas da mensagem que se quer transmitir, e passando por exercícios de improvisação integrados em técnicas de Teatro Fórum.

A aceitação dos Investigadores ao projecto de Teatro proposto?
O grupo de investigadores que iniciou a Oficina de Teatro mostraram-se desde o inicio bastante interessados no trabalho que ia ser feito. Obviamente o Teatro apresenta-se sempre como uma tarefa bastante complicada aos olhos daqueles que não o conhecem por dentro.
Mas rapidamente essa ideia pré-concebida foi modificada assim que se partiu para a prática dos exercicios.
Os participantes da oficina (um número que foi aumentando gradualmente) foram de sessão para sessão demonstrando mais interesse no trabalho que estava a ser feito, tanto que as sessões decorriam sem qualquer problema e a atenção e interesse era cada vez maior e naturalmente mais produtiva.
Toda esta primeira fase foi bastante produtiva no sentido que se cumpriram os objectivos propostos para a Oficina de Teatro e se atingiram resultados e descobertas que serão utilizadas na segunda fase do trabalho para a produção do resultado final.

Alguns motivos para convencer os Investigadores neste projecto?
Não sei com que argumentos se convence um Investigador a aderir a este projecto, na realidade é algo que se experimenta e como tudo na vida há uns que gostam mais do que outros.
Penso que como qualquer Investigador faz na prática diária do seu trabalho o Teatro pode ser mais um objecto de estudo, algo a que o individuo se propõe e antes de poder dar alguma resposta sobre o que é e como é, se deve passar por uma fase de experiência que logo define a resposta que se procura.
Acima de tudo o Teatro é colocar hipoteses e logo a seguir testá-las na prática para ver se resultam ou não.

O que é que os investigadores pode esperar do produto final deste projecto de Teatro?
Acho que podem esperar divertimento. Uma peça de teatro que de alguma maneira faça reflectir, de forma descontraída, sobre as problemáticas que pressupõe todo um processo de Investigação.
E acima de tudo ver Investigadores que se propuseram a eles próprios vencer este "bicho de sete cabeças" que é a exposição perante um público, sem se preocupar muito com a maneira como se faz, desde que isso esteja estudado, definido e preparado.

O que fizeram os nossos investigadores no último dia do workshop com a Associação Cultural ‘Sem palco’:

- Exercícios de aquecimento;



- Exercícios para encontrar o equilíbrio;



- Andar pelo espaço segundo as características escolhidas entre: tempo, espaço e peso;


- Falar só com sons, gestos e caretas (um exercício muito divertido para treinar a linguagem gestual e a improvisação);

- Exercício de escrita automática


O que se ouve durante os ensaios (não, não é o que parece):
“Tenho de ir mudar o tampão!”
“Nunca tinha visto nada tão grande!”
“A profissão é sociocultural ou profissional?”

Segundo alguns dos participantes: A EXPERIÊNCIA ATÉ AGORA FOI...

“engraçada e divertida"
Daniela Silva, Microbiologia e Biologia Celular

“a realização de algo que sempre sonhei fazer! E, em nada desiludiu as minhas expectativas. Estou a adorar! A equipa é fantástica!
Andreia Teixeira, aluna de doutoramento em Ciências de Computadores

Por enquanto, o espaço de teatro está de “férias”, mas regressa dia 17 de Agosto!

Os interessados ainda se podem inscrever!

Texto e fotos: Alexandra Matos (IBMC)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Nascer da Evolução: making-of

O Nascer da Evolução é um espectáculo original (criado por André Levy e David Marçal, com encenação de Amândio Pinheiro e protagonizado por Cláudio Silva) para a Noite Europeia dos Investigadores 2009. Aborda o tema do desenvolvimento da resistência a antibióticos pelas bactérias e será apresentado no Museu da Ciência de Coimbra. Nele participam 14 investigadores, através de vídeos que serão integrados no espectáculo. Alguns momentos das filmagens:











quinta-feira, 9 de julho de 2009

A Ciência vista pela Música

Temo-nos interrogado sobre a forma como os cientistas são vistos por não cientistas... Uma outra questão pertinente seria: "e que veículos ajudam a transmitir uma ideia mais ou menos correcta do que é trabalhar em ciência"?
Por exemplo, como é que a arte, e em particular a música, vê a ciência?
Será que a ciência é sempre vista como algo bizarro, como no vídeo dos Does it offend you, yeah?



(Weird Science, do álbum You Have No Idea What You're Getting Yourself Into (2007))


P.S. - E se gostarem da música, podem sempre ir ver estes senhores tocá-la ao vivo, amanhã em Lisboa (Algés, mais propriamente).


Leonor Alves

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Cientistas no Facebook


Os cientistas ao palco não são os únicos a usarem as novas tecnologias para se mostrarem e multiplicarem aos olhos do mundo.


Há vários grupos muito interessantes a visitar nessa plataforma social; desde logo o Top 10 reasons why you should date a Scientist! A saber:


10 - The world revolves around Scientists, we know how everything works!


9 - We are over-exposed to latex and have become very tolerable


8 - We are "Oh so smart" you'll never be mentally bored with us... So you wanna know why your poo is brown?


7 - All this thinking we do is terribly draining, so we like to be physically challenged & EXPERIMENT too!


6 - There's no need to see a doctor when you're with us, we've seen & tested just about every bacterial disease there is!


5 - We're physiologically knowledgeable, if you're unhappy about a physical feature, we can Genetically Modify YOU


4 - We can hook you up with all the essential party goods... dry ice, Eppie bombs and a shit load of combustible materials. What more could you want?


3 - We look extremely cute in our white lab coats, especially when we wear nothing underneath


2 - You will sound just as smart as us if you say you're dating a Scientist!


1 - Because if you leave us, we'll willingly use you as a lab rat & inject a virus in you


Há também o We're scientists and we're sexy, já com 17.283 membros (não sabemos se todos cientistas sexys ou pessoas que acreditam ser possível encontrá-los e na internet, mas já temos um agente em campo e prometemos notícias em breve).

Interessante descobrir o We look so sexy in our labcoats, we need goggles... for protection, com mais de 24 mil membros - o que deixou felizes os produtores e distribuidores de óculos de protecção.

Não deixem de passar no informativo You know you've worked too long in a lab when, que tem uma listagem de já 84 itens que permitem fazer o diagnóstico - este conta quase com 40 mil membros.

Gostaríamos de salientar o sintoma nº11: When a non-scientist asks you what you do for a living you roll your eyes and talk science at them until they've loss the will to live (mainly for fun). Garantimos que nenhum dos participantes da Noite dos Investigadores sofre deste problema, e que ninguém, repito ninguém, corre perigo de vida no dia 25 de Setembro.