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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Cientistas ao Palco do Teatro Nacional D. Maria II - AMANHÃ


Depois da Noite dos Investigadores, os Cientistas continuam a subir ao palco - o espectáculo de Teatro-Fórum De que falamos quando falamos de cientistas? vai poder ser visto no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, dias 20 de Outubro e 17 de Novembro, 19h00, entrada livre.

Para os que viram e ficaram a pensar em melhores estratégias de enfrentar ou resolver os conflitos. E para os que não puderam estar presentes na noite especial dos investigadores.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Cientistas ao Palco do Teatro Nacional D. Maria II


Depois da Noite dos Investigadores, os Cientistas continuam a subir ao palco - o espectáculo de Teatro-Fórum De que falamos quando falamos de cientistas? vai poder ser visto no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, dias 20 de Outubro e 17 de Novembro, 19h00, entrada livre.

Para os que viram e ficaram a pensar em melhores estratégias de enfrentar ou resolver os conflitos, esperamos por vocês. Para os que não conseguiram ouvir tudo, a oportunidade de não perder pitada. Aos que não puderam partilhar connosco a noite especial dos investigadores - a possibilidade de o fazerem noutro cenário.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cientistas ao Fórum - sobem ao palco de Lisboa às 21h15, 25 de Setembro











De que falamos quando falamos de cientistas?

A vida dos cientistas tal como ela é: como se começa a carreira de investigação, como é que se conjuga o trabalho com a família e amigos, ficar ou ir embora de Portugal, o que são os orientadores e o que fazer quando desorientam. O que são bolsas e empregos científicos? De que vivem, o que querem, de onde vêem e para onde vão?

Só vale a pena ser cientista se for para descobrir a cura definitiva do cancro, a vacina para o HIV ou ganhar o prémio Nobel?

Cientistas que se transformaram em actores para explicar tudo isto e mais, num espectáculo de teatro fórum que tenta responder à grande pergunta: Afinal, de que é que falamos quando falamos de cientistas?

O Teatro-Fórum contém dois momentos: primeiro há a apresentação do espectáculo, com vários momentos de conflito entre personagens, e depois é pedida a intervenção do público em palco para substituir actores e propor uma resolução do(s) problema(s) apresentado(s).

Américo Duarte, Ana Castro, Ana Oliveira, Andrea Santos, Ângela Crespo, Catarina Francisco, Catarina Silva, Cláudia Andrade, Claudia Gaspar, Leonor Alves, Luis Branco, Mariline Justo, Sónia Negrão e Virgínia Marques sobem ao palco dirigidas por Joana Lobo Antunes e Romeu Costa.


CIENTISTAS AO PALCO - LISBOA
15h00 Teatro Infantil - Grupo Champalimaud Neuroscience Program Anita no Mundo dos Cientistas
18h00 Laboratório de Teatro do Movimento Uma expressão das Emoções
21h00 Laboratório de Teatro do Movimento O nascimento do Homem
21h15 Teatro-Fórum De que falamos quando falamos de cientistas?
23h00 Laboratório Teatro do Movimento A viagem fantástica - do fracasso ao sucesso ida e volta
23h15 Cientistas de Pé Stand Up Comedy com cientistas e sobre ciência

Anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian
Av de Berna, 45-A
Lisboa
Metro:S. Sebastião (linha Azul)
Autocarros: 16, 718, 726, 742, 746, 56

sábado, 12 de setembro de 2009

Cientistas ao Palco de Bragança - é hoje!


Esta noite a partir das 21h30 no Teatro Municipal de Bragança - Cientistas ao Palco

Programa:
- De que falamos quando falamos de cientistas: um espectáculo de teatro-fórum
- Cientistas de Pé: um espectáculo de Stand-Up Comedy

Praça Professor Cavaleiro Ferreira
5300-252 Bragança
Entrada: 2€
Telefone bilheteira: 273 302 744
e-mail bilheteira: bilheteira-teatro@cm-braganca.pt

Mais sobre os Cientistas ao Fórum: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11
Mais sobre os Cientistas de Pé: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Quem são os cientistas que fazem Teatro-Fórum (2)

Ana Castro (n. 1975)

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa (UNL), doutorada em Linguística pela UNL e Université Paris 8, com uma tese sobre "possessivos em português", neste momento está a investigar aquisição da linguagem, em especial perturbações do desenvolvimento da linguagem na criança, no seu pós doutoramento enquanto ensina fonética e linguista a futuros terapeutas da fala.







A carreira de palco da Ana não nasceu agora: nos idos anos 80 entrou no musical Annie, andou em teatros no Centro Cultural de Benfica e sapateou até que os pés lhe doessem. Agora pantomima connosco. De resto viaja muito e adora cozinhar, o que já atrasou a sua entrada em aviões por trazer consigo uma farinha suspeita e um tabuleiro para moldar raviolis.





Ângela Crespo (n. 1986)

Licenciada em Biologia pela Universidade de Lisboa (UL), está a acabar o mestrado sobre a influência do metabolismo do ferro e do cobre na doença de Alzheimer no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge e Instituto Gulbenkian de Ciência. Mal acabem os espectáculos da Noite dos Investigadores segue para Coimbra onde vai integrar o programa doutoral em Biologia Experimental e Biomedicina, no Centro de Neurociências e Biologia Celular.




Nos tempos livres pode ser vista a fazer teatro ou a dançar Hip Hop e Salsa. Dedica-se ainda à acção social e cultural desde há 10 anos, canta num coro em casamentos e baptizados, e já se deixou disso de dar explicações de matemática.






Catarina Silva (n. 1984)

Licenciada em Bioquímica, a fazer o doutoramento em bioquímica estrutural, trabalhando em determinação da estrutura de proteínas por cristalografia de raios-X no Instituto de Tecnologia Química e Biológica, UNL.








Fora do laboratório corre pelos paredões da marginal entre Lisboa e Cascais, veleja pelo Atlântico, escala umas rochas ou rema em competições com a camisola do Clube Naval de Lisboa - com a qual contamos ganhe em breve umas justas medalhas.









Cláudia Andrade (n. 1983)


Licenciada em Psicologia pela Universidade do Minho, começou agora o doutoramento sobre a relação entre o ambiente físico hospitalar (aspectos da arquitectura, design e ambiente) e o bem-estar dos seus utilizadores, no ISCTE; mas de um modo geral interessa-se tudo o que tenha a ver com a relação pessoa -espaço envolvente.












Ficou no 2º lugar da Chuva de Estrelas infantil, com uma imitação quase perfeita das Spice Girls. Depois de deixar a girls band passou para o ginásio, caminhadas, exposições e cinema. Se não fosse psicóloga seria designer.







Cláudia Gaspar (n. 1974)

Licenciada em Biologia pela Universidade de Lisboa, Doutorada em Biologia pela Erasmus University Medical Center, na Holanda, faz agora o pós-doutoramento em Biologia. Cansada de 11 anos dedicados ao cancro colo-rectal, atirou-se agora de cabeça para a neurogénese no Instituto de Medicina Molecular.







Quando não ensaia podem descobri-la em qualquer actividade que inclua os seus amigos; praia, bar ou estendida num jardim. Adora animais e tem imensas saudades dos cavalos - um dia há de voltar à equitação. Será hoje?







Mariline Justo (n. 1984)

Licenciada em Psicologia, bolseira de investigação no reconhecimento de emoções e no desenvolvimento e redução do preconceito na infância, no ISCTE.

Depois de uma oficina de expressão dramática no secundário o bicho do palco infectou-a e anda a ver se se trata connosco. Para matar as saudades de Olhão passeia, lê e cozinha com os amigos.


Virgínia Marques (n. 1980)

Licenciada em Bioquímica, doutorada em Regulação Bioquímica. Começou este ano o pós-doutoramento sobre mecanismos de inflamação no Instituto Gulbenkian de Ciência.


















Para apanhar esta falsa grega é preciso correr, parada é que nunca está. A leitura é posta em dia nos transportes públicos, e nas poucas horas que está em casa em vez de usar o sofá aproveita para o mudar de sítio. Outra vez.









1ª parte de quem são os cientistas ao fórum

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Cientistas ao Palco de Bragança

Ante-estreia de dois dos espectáculos com e sobre cientistas, a serem preparados para a Noite Europeia dos Investigadores de Lisboa - a 25 de Setembro, no Anfiteatro ao Ar Livre da Gulbenkian.

TEATRO-FÓRUM

De que falamos quando falamos de cientistas? - Um espectáculo de teatro

A vida dos cientistas tal como ela é: como se começa a carreira de investigação, como é que se conjuga o trabalho com a família e amigos, ficar ou ir embora de Portugal, o que são os orientadores e o que fazer quando desorientam. O que são bolsas e empregos científicos? De que vivem, o que querem, de onde vêem e para onde vão?

Só vale a pena ser cientista se for para descobrir a cura definitiva do cancro, a vacina para o HIV ou ganhar o prémio Nobel?

Cientistas que se transformaram em actores para explicar tudo isto e mais, num espectáculo de teatro fórum que tenta responder à grande pergunta: Afinal, de que é que falamos quando falamos de cientistas?

O Teatro-Fórum contém dois momentos: primeiro há a apresentação do espectáculo, com vários momentos de conflito entre personagens, e depois é pedida a intervenção do público em palco para substituir actores e propor uma resolução do(s) problema(s) apresentado(s).

Ficha técnica

Actores: Américo Duarte, Ana Castro, Ana Osório Oliveira, Andrea Santos, Ângela Crespo, Catarina Francisco, Catarina Silva, Cláudia Andrade, Cláudia Gaspar, Leonor Alves, Mariline Justo e Sónia Negrão

Autoria: David Marçal, Joana Lobo Antunes e Romeu Costa

Direcção: Joana Lobo Antunes e Romeu Costa

Encenação: Romeu Costa

Duração: 1h15

STAND-UP COMEDY

Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) fazem o espectáculo Cientistas de Pé. São abordados temas como o futebol, sexo, religião, o maior problema ambiental do mundo, mensagens para os extraterrestres, ciências leves, ciências duras e o papel dos homens na ciência (não necessariamente por esta ordem).

A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).

Ficha técnica

Actores: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Leite e Sofia Vaz

Direcção de Texto: David Marçal

Direcção de Actores: Romeu Costa

Duração: 1h

12 de Setembro
21h30

Teatro Municipal de Bragança

Praça Professor Cavaleiro Ferreira

5300-252 Bragança

Entrada: 2€
Telefone bilheteira: 273 302 744
e-mail bilheteira: bilheteira-teatro@cm-braganca.pt

Mais sobre os Cientistas ao Fórum: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10

Mais sobre os Cientistas de Pé: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Quem são os cientistas que fazem Teatro-Fórum (1)

Américo Duarte (n. 1980)

Licenciado em Química, a fazer o doutoramento em Bioquímica Estrutural e Funcional na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL). Dedica-se a clonar, exprimir e purificar proteínas para poder determinar a sua estrutura e assim contribuir para a compreensão mais profunda e adequada das suas funções biológicas.





Quando não está a trabalhar ou a fazer teatro pode ser encontrado no ginásio, a correr à beira mar, a montar a cavalo ou a nadar. Sentado só o apanham se estiver no cinema, teatro ou a ver concertos. De vez em quando sobe ao monte para apanhar e contar cavalos selvagens.






Ana Osório Oliveira (n. 1986)

Licenciada em Biologia Aplicada pela Universidade do Minho, é agora bolseira de investigação na Unidade de Neurociências Celular e Molecular do Instituto de Medicina Molecular, da Universidade de Lisboa, onde está envolvida em projectos de estudo de alvos terapêuticos na doença de Parkinson em modelos animais.










Foi federada em patinagem artística durante mais de 12 anos, que ainda pratica sempre que apanha um ringue a jeito. Desde 2001 que se tem entregue às artes cénicas, como actriz na sua terra natal (Fafe), e também já experimentou dança contemporânea. Para além de passear gosta mesmo é de correr. E de mergulhar, muito.











Andrea Santos (n. 1977)

Licenciada em Engenharia Química, Doutorada em Química, dedica-se ao pós-doutoramento em Biofísica na FCT/UNL onde estuda as alterações na estrutura 3D de proteínas sujeitas a altas temperaturas, através da interacção da luz com a matéria, para compreender a estabilidade dessas mesmas proteínas que pertencem a bactérias que crescem em ambientes extremos.








Quando não trabalha ou ensaia está a tratar dos seus bichos. Dos cães e gatos, passando pelos passarinhos e peixes, não lhe escapam ao tratamento e às brincadeiras. Aproveita para passear e fotografar as coisas bonitas que encontra.






Catarina Francisco (n. 1982)

Licenciada em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela Universidade de Coimbra, faz o doutoramento na Nokia Siemens Networks Portugal. Já desenvolveu software para um softswitch VoIP, e agora dedica-se ao encaminhamento dinâmico em redes IP/MPLS, para além da Business Intelligence. Ou seja, desenvolve melhores modos de encaminhar ou ligar pessoas através de áudio, vídeo e dados, para que consigamos comunicar através da internet.









Quando não trabalha não pára quieta; dança muito e de tudo, salsa, merengue, cha cha cha, kizomba, vai ao ginásio, alinha-se em patins, rema em canoas e kayaks, e nada até que os braços lhe doam. Também já gostou de dar música, entre o piano e o bandolim o seu coração balança.














Leonor Alves (n. 1975)

Licenciada em Química Aplicada, ramo de Biotecnologia(FCT/UNL), com mestrado em Controlo de Qualidade e Toxicologia dos Alimentos, pela Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, neste momento tem uma bolsa de investigação na área do ambiente - está-se a especializar no controle da poluição nacional à força de catanadas.







Há mais de dez anos a atirar-se de corpo e alma para o palco, ou para o tapete para praticar Yoga. Viciada confessa em música, ouve e vasculha de tudo para escolher o que mais gosta, já andou a experimentar rodar pratos para pôr os outros a dançar. Designer amadora nas horas vagas.





Sónia Negrão (n. 1975)

Licenciada em Engenharia Agronómica, Doutorada em Biologia, faz o pós-doutoramento ainda e sempre sobre o arroz, no Instituto de Tecnologia Química e Biológica, UNL, em Oeiras. Agora anda a ver como tirar o stress ao dito, parece que não gosta de crescer em terrenos com sal. Miraculosamente ainda não tem os olhos em bico.











Esta mulher gosta de tudo o que sejam actividades radicais: taekwondo, paint-ball, TT, escalada... podem sempre convidá-la, logo a seguir ao arroz do que mais gosta são de nódoas negras.







(continua)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

De que falamos quando falamos de cientistas? (6)

Disto?

Ou disto?


E o que é que fazem os cientistas?



Não consta que tenham descoberto o santo graal, nem que andem de bata quando não correm perigo de contaminação pelos materiais com que trabalham. Também parece que não é obrigatório usar óculos de ver ao perto nem ter o cabelo desgrenhado. Olhando bem, também nem sempre é obrigatório seguir o método científico para fazer ciência.



Quando falamos de Ciência incluimos as ciências exactas (física, química e matemática),

as ciências naturais (da terra, do espaço, do mar, do ambiente, agrárias e biológicas),

as ciências da saúde,

as ciências da engenharia e tecnologia,

as ciências sociais (jurídicas, políticas, comunicacionais, educacionais, da linguagem, economia e gestão, sociologia, antropologia, demografia e geografia),

e ainda as artes e humanidades (filosofia, história, psicologia, estudos literários e artísticos).


Ou não?

quarta-feira, 8 de julho de 2009

De que falamos quando falamos de cientistas? (5)

Disto?

Ou disto?


Apenas 1/5 dos doutorados continuam a via de investigação. Dado que quando passam a ser conhecidos pelo público em geral através dos media já passaram o PhD há algum tempo, será que quando falamos de cientistas falamos de pós-docs?

E o que acontece depois do pós?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ensaios de Teatro Fórum em Lisboa

Os cientistas ao fórum no palco do Fórum Lisboa (sim, adoramos pleonasmos)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Expectativas

A expressão da apresentadora do programa quando o David Marçal mencionou que os Cientistas ao Palco incluem Stand-up comedy representa quanto as pessoas acham surpreendente a possibilidade de investigadores terem piada. De fazerem teatro em geral, cómico em particular. De fazerem o que quer que seja fora da ciência, na realidade.

Os cientistas que sobem connosco ao palco não apenas têm tempo para os ensaios artísticos como se dedicam ao remo, canoagem, patinagem artística, danças latino-americanas, dança contemporânea, danças tradicionais, tai-chi, montar a cavalo e apanhar potros selvagens, escalada, natação e pilates. Cozinham para os amigos, mergulham até às profundezas do oceano ou sobem aos céus para cairem de pára-quedas. Para além de uma praticante de taekwondo pronta a criar-vos uma abertura especial para estes temas.

No entanto a maioria das pessoas mais facilmente estará à espera da inquisição espanhola que a vê-los brilhar.





A nossa principal arma é a surpresa; a supresa e a qualidade. As nossas principais armas são a surpresa, a qualidade dos espectáculos e a capacidade de entertenimento. Três, são três armas principais. Quatro, com o rigor científico. Temos quatro armas.

Quem dá mais?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

De que falamos quando falamos de cientistas? (4)

Disto?


Ou disto?


Uma questão com que a maioria dos investigadores se debate nalguma fase da sua carreira é a de ficar ou ir embora. Ou a de ficar lá, nesse grande país que é o estrangeiro, ou voltar para cá, seguindo o chamamento atlântico da costa oeste da Europa.

Nos últimos anos tem havido crescimento e investimento nos institutos de investigação em Portugal, tornando mais apelativa a carreira nacional. No entanto, a experiência ainda que temporária noutro grupo num país que não o seu é enriquecedor tanto do ponto de vista científico como pessoal.

Em 2000 a União Europeia criou a ERA - European Research Area, uma plataforma para contribuir para a competitividade da investigação científica europeia, aumentando a interacção entre Estados-Membros na partilha de conhecimento, infraestruturas, técnicas e pessoas de forma a estimular e propiciar o sucesso na produção, transferência, partilha e divulgação dos conhecimentos e desenvolvimento tecnológico, contribuindo também com e para a progressão na carreira dos investigadores dos Estados Membros.

Na Carta Europeia do Investigador, documento de 2005 onde se estabelecem princípios e requisitos gerais que devem definir os papéis, responsabilidades e direitos dos investigadores e das entidades empregadoras e/ou financiadoras pode também ler-se que


Do outro lado da balança: clima, gastronomia, família e amigos.

Ir ou ficar?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cientistas ao Palco em Oeiras

Este sábado, dia 20 de Junho, entre as 14h e as 19h30 actividades dos cientistas que se juntam à festa do 250º aniversário - Celebrar Oeiras

Às 18h00 no Palco Família

Cientistas ao Fórum e Cientistas de Pé
O grupo do Teatro Fórum irá recriar todo o processo de criação de um espectáculo: o que é o teatro fórum? o recrutamento dos actores/cientistas; os ensaios; a cena de fórum. Será aberto a perguntas e discussão com a plateia. Para terminar, actuarão os cientistas-de-pé – stand-up comedy por cientistas!

E das 14h00 às 18h00 na Zona Futuro tragam as crianças para meter a mão na massa científica

O DNA de morango – invisível? Não, senhor!
Uma experiência simples que permite extrair e visualizar o DNA de morango. Recorrendo a produtos domésticos – morangos, detergente da loiça, sal de cozinha, filtros de café e álcool – crianças e adultos reproduzem o processo de extracção de DNA utilizado pelos cientistas, podendo levar o DNA para casa, para guardar para sempre!

Células de plasticina
Somos formados por triliões de células...não são todas iguais: têm formas diferentes e fazem coisas diferentes. As células do sangue transportam oxigénio; as do músculo da perna ajudam-nos a dar pontapés na bola. Com plasticina de várias cores, crianças e adultos podem experimentar construir células diferentes, para levar para casa.

O código dos genomas em gomas
A molécula de DNA funciona como uma receita para fazer um ser vivo. Através de um código químico representado pelas letras A, T, C e G é possível construir todas as proteínas que fazem um organismo. A informação contida no DNA pode ser copiada para uma nova molécula de DNA e desta para outra, e outra, até ao infinito, mantendo sempre a mesma receita. Usando gomas de várias cores, crianças e adultos vão poder explorar o que a torna o DNA uma molécula tão especial.

Olhando para dentro de uma molécula
Desde a água ao DNA, o nosso mundo é feito de muitas moléculas diferentes. Através de modelos simples e simulações em computador crianças e adultos poderão entrar na dimensão molecular e conhecer algumas das moléculas de que ainda se procura conhecer a estrutura.

Pelo IGC e ITQB

segunda-feira, 8 de junho de 2009

De que falamos quando falamos de cientistas? (3)

Disto?



Ou disto?



Nos ensaios do Teatro-Fórum continuamos a explorar o que pensam dos cientistas os que não fazem ciência, bem como o que significa progressão na carreira para alguém que investiga, descobre, descodifica e comunica.


Para além do trabalho de pesquisa, investigação e descoberta os cientistas têm de conseguir comunicar a dois níveis:
1. Para os seus pares - em artigos, congressos ou encontros, para não apenas demarcarem o seu território de inovação como para se submeterem ao julgamento de quem também é especialista na mesma área. O processo de discussão e reconhecimento pelos demais é uma das pedras basilares da credibilidade dos dados, sua recolha e validade científica junto da comunidade.
2. Para o público em geral - tentando assegurar que as suas conclusões, mesmo as que parecem mais eclatantes e atraentes para os media em geral, não seja deturpados ou mal-lidos pelos leigos na matéria.


Conseguindo fazer ambas as coisas com sucesso, Yours is the Earth and everything that's on it, and - which is more - you'll be a Scientist, my son!*

Lembramos isso na altura em que tanto se fala da Ida por todos os lados (a esse respeito vale a pena ler o artigo que saiu na PLoS e a análise da comunicação dos respectivos resultados nos media no Público), da alteração do código genético das Candida albicans (na Nature e no Público) e na semana da atribuição do Prémio Príncipe das Asturias das Ciências Sociais a David Attenborough (também há o da Investigação Científica e Tecnológica).


"Nós não estamos a alegar que [a Ida] é o nosso ancestral directo. Isso é de mais. Nós só existimos há poucos milhões de anos e a Ida esteve viva há 47 milhões de anos." Mas o cientista Jorn Hurum assume o espectáculo, que aliás, já tinha sido utilizado no Predador X, que segundo o paleontólogo é a melhor forma de pôr os miúdos interessados em paleontologia. "Qualquer banda pop ou atleta faz o mesmo tipo de coisas. Nós, na ciência, temos que começar a pensar da mesma forma", disse, citado pela "Times Online". (daqui)


Temos?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Cientistas ao Fórum


Reunimo-nos duas vezes por semana no Fórum Lisboa


Andamos pelo espaço



Ou caímos pelo chão


Activamos o corpo


O peito


E as vozes





Para estarmos disponíveis e preparados para as improvisações sobre os temas sugeridos



E assim irmos construindo o nosso espectáculo


Com o contributo e empenho de todos


Fotografias: David Marçal

Cientistas ao Fórum: Américo Duarte, Ana Castro, Ana Osório, Andrea Santos, Ângela Crespo, Catarina Francisco, Catarina Silva, Célia Santos, Cláudia Andrade, Cláudia Gaspar, Leonor Alves, Luís Branco, Mariline Justo, Pedro Ferreira, Rosana Rocha, Sónia Negrão, Virgínia Marques
Direcção: Romeu Costa e Joana LA