segunda-feira, 10 de maio de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Cientistas de Pé com os Simbiontes no Chiado

A Exposição Simbiontes, que está no Chiado desde 28 de Novembro e que pode ser vista até 23 de Dezembro, é constituida por obras produzidas por crianças em ambulatório no IPO de Lisboa e ilustrações do pintor da Ar.Co, Ângelo Encarnação. Os fundos a obter com a venda dos quadros serão aplicados num Prémio de investigação científica em cancro.
As peças artísticas tiveram origem numa série de ateliers pedagógicos e criativos no IPO de Lisboa, organizados pela Associação Viver a Ciência, em parceria com a Ar.Co, e inspirados no conto “A menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Na sequência do projecto surgiu também o livro pedagógico “Os Amigos da Menina do Mar”, da autoria da bióloga da Associação Viver a Ciência Raquel Gaspar e com ilustrações de Ângelo Encarnação, que pretende explicar aos mais pequenos alguns dos mistérios relacionados com as espécies marinhas. Os lucros da sua venda juntam-se também ao fundo comum do projecto Simbiontes.
O projecto Simbiontes – que ambiciona envolver vários sectores da sociedade em torno da angariação de fundos para a ciência - é globalmente apadrinhado pela presidente da SIC Esperança, Mercedes Balsemão.
Mais informações: Blogue dos Cientistas de Pé, Projecto Simbiontes, Galeria Simbiontes Leilão Simbiontes a 28 de Novembro Exposição Simbiontes Livro "Os Amigos da Menina do Mar" Ângelo Encarnação expõe trabalhos no Chiado Plaza Mapa: Como chegar ao Chiado Plaza
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Cientistas de Pé em Oeiras
Programa completo aqui
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Cientistas de Pé - sobem ao palco de Lisboa às 23h15, 25 de Setembro




Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) fazem o espectáculo Cientistas de Pé. São abordados temas como o futebol, sexo, religião, o maior problema ambiental do mundo, mensagens para os extraterrestres, ciências leves, ciências duras e o papel dos homens na ciência (não necessariamente por esta ordem).
A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).
Bruno Pinto, Daniel Silva, Ivette Pacheco, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Guedes Vaz e Sofia Leite sobem a palco dirigidos por David Marçal e Romeu Costa.
CIENTISTAS AO PALCO - LISBOA
Anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian
Toda a programação de Lisboa aqui
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Cientistas de Pé na Cossul - é hoje!

Rua D. Carlos I, 61 - 1º
Autocarros: 727, 706, 60, 794
Electrico: 25
Metro: Cais do Sodré
Entrada: 2€
Telefone bilheteira: 21 397 34 71
domingo, 13 de setembro de 2009
Cientistas de Pé na Cossul
A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).
Actores: Bruno Pinto, Daniel Silva, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Leite e Sofia Vaz
Direcção de texto: David Marçal
Direcção de actores: Romeu Costa
Duração: 1h
18 de Setembro - 22h00
Mais sobre os Cientistas ao Fórum: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10
Mais sobre os Cientistas de Pé: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8
Cientistas de Pé - sobem ao palco de Lisboa às 23h00



sábado, 12 de setembro de 2009
Cientistas ao Palco de Bragança - é hoje!

Esta noite a partir das 21h30 no Teatro Municipal de Bragança - Cientistas ao Palco
Programa:
- De que falamos quando falamos de cientistas: um espectáculo de teatro-fórum
- Cientistas de Pé: um espectáculo de Stand-Up Comedy
Praça Professor Cavaleiro Ferreira
5300-252 Bragança
Entrada: 2€
Telefone bilheteira: 273 302 744
e-mail bilheteira: bilheteira-teatro@cm-braganca.pt
Mais sobre os Cientistas ao Fórum: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11
Mais sobre os Cientistas de Pé: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Cientistas de Pé na Ilga - é hoje!

Rua de S. Lázaro, 88
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Cientistas ao Palco de Bragança
Ante-estreia de dois dos espectáculos com e sobre cientistas, a serem preparados para a Noite Europeia dos Investigadores de Lisboa - a 25 de Setembro, no Anfiteatro ao Ar Livre da Gulbenkian.
TEATRO-FÓRUM
De que falamos quando falamos de cientistas? - Um espectáculo de teatro
A vida dos cientistas tal como ela é: como se começa a carreira de investigação, como é que se conjuga o trabalho com a família e amigos, ficar ou ir embora de Portugal, o que são os orientadores e o que fazer quando desorientam. O que são bolsas e empregos científicos? De que vivem, o que querem, de onde vêem e para onde vão?
Só vale a pena ser cientista se for para descobrir a cura definitiva do cancro, a vacina para o HIV ou ganhar o prémio Nobel?
Cientistas que se transformaram em actores para explicar tudo isto e mais, num espectáculo de teatro fórum que tenta responder à grande pergunta: Afinal, de que é que falamos quando falamos de cientistas?
O Teatro-Fórum contém dois momentos: primeiro há a apresentação do espectáculo, com vários momentos de conflito entre personagens, e depois é pedida a intervenção do público em palco para substituir actores e propor uma resolução do(s) problema(s) apresentado(s).
Ficha técnica
Actores: Américo Duarte, Ana Castro, Ana Osório Oliveira, Andrea Santos, Ângela Crespo, Catarina Francisco, Catarina Silva, Cláudia Andrade, Cláudia Gaspar, Leonor Alves, Mariline Justo e Sónia Negrão
Autoria: David Marçal, Joana Lobo Antunes e Romeu Costa
Direcção: Joana Lobo Antunes e Romeu Costa
Encenação: Romeu Costa
Duração: 1h15
STAND-UP COMEDY
Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) fazem o espectáculo Cientistas de Pé. São abordados temas como o futebol, sexo, religião, o maior problema ambiental do mundo, mensagens para os extraterrestres, ciências leves, ciências duras e o papel dos homens na ciência (não necessariamente por esta ordem).
A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).
Ficha técnica
Actores: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Leite e Sofia Vaz
Direcção de Texto: David Marçal
Direcção de Actores: Romeu Costa
Duração: 1h
12 de Setembro
21h30
Praça Professor Cavaleiro Ferreira
5300-252 Bragança
Entrada: 2€
Telefone bilheteira: 273 302 744
e-mail bilheteira: bilheteira-teatro@cm-braganca.pt
Mais sobre os Cientistas ao Fórum: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Cientistas de Pé na Ilga
Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) fazem o espectáculo Cientistas de Pé. São abordados temas como o futebol, sexo, religião, o maior problema ambiental do mundo, mensagens para os extraterrestres, ciências leves, ciências duras e o papel dos homens na ciência (não necessariamente por esta ordem).
A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).
Ficha técnica
11 de Setembro
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Os Cientistas de Pé no bar do IMM a 28 Julho








Cientistas cómicos. É uma piada?
A SÁBADO encontrou Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Guedes e Sofia Leite no Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa e viu-os actuar.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Cientistas de Pé no bar do IMM

domingo, 19 de julho de 2009
Cientistas de pé com microfone



segunda-feira, 29 de junho de 2009
Expectativas
Os cientistas que sobem connosco ao palco não apenas têm tempo para os ensaios artísticos como se dedicam ao remo, canoagem, patinagem artística, danças latino-americanas, dança contemporânea, danças tradicionais, tai-chi, montar a cavalo e apanhar potros selvagens, escalada, natação e pilates. Cozinham para os amigos, mergulham até às profundezas do oceano ou sobem aos céus para cairem de pára-quedas. Para além de uma praticante de taekwondo pronta a criar-vos uma abertura especial para estes temas.
No entanto a maioria das pessoas mais facilmente estará à espera da inquisição espanhola que a vê-los brilhar.
A nossa principal arma é a surpresa; a supresa e a qualidade. As nossas principais armas são a surpresa, a qualidade dos espectáculos e a capacidade de entertenimento. Três, são três armas principais. Quatro, com o rigor científico. Temos quatro armas.
Quem dá mais?
quarta-feira, 24 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Cientistas ao Palco em Oeiras
Às 18h00 no Palco Família
Cientistas ao Fórum e Cientistas de Pé
E das 14h00 às 18h00 na Zona Futuro tragam as crianças para meter a mão na massa científica
Uma experiência simples que permite extrair e visualizar o DNA de morango. Recorrendo a produtos domésticos – morangos, detergente da loiça, sal de cozinha, filtros de café e álcool – crianças e adultos reproduzem o processo de extracção de DNA utilizado pelos cientistas, podendo levar o DNA para casa, para guardar para sempre!
Somos formados por triliões de células...não são todas iguais: têm formas diferentes e fazem coisas diferentes. As células do sangue transportam oxigénio; as do músculo da perna ajudam-nos a dar pontapés na bola. Com plasticina de várias cores, crianças e adultos podem experimentar construir células diferentes, para levar para casa.
O código dos genomas em gomas
A molécula de DNA funciona como uma receita para fazer um ser vivo. Através de um código químico representado pelas letras A, T, C e G é possível construir todas as proteínas que fazem um organismo. A informação contida no DNA pode ser copiada para uma nova molécula de DNA e desta para outra, e outra, até ao infinito, mantendo sempre a mesma receita. Usando gomas de várias cores, crianças e adultos vão poder explorar o que a torna o DNA uma molécula tão especial.
Olhando para dentro de uma molécula
Desde a água ao DNA, o nosso mundo é feito de muitas moléculas diferentes. Através de modelos simples e simulações em computador crianças e adultos poderão entrar na dimensão molecular e conhecer algumas das moléculas de que ainda se procura conhecer a estrutura.
Pelo IGC e ITQB
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Repto aos não-cientistas: Qual a vossa imagem da vida amorosa de um cientista?
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8.
O Custeau fá-lo-ia, garantidamente no mar.
O Pasteur, só depois de devidamente limpo e esterilizado. Ele a companheira, a cama, o quarto e, provavelmente, em ambiente de subpressão com entrada Eppa.
O John Watson, em espiral. E sempre, duplamente.
O Descartes pararia para pensar, cogitar. O Damásio nem pensaria.
Platão fá-lo-ia atrás de um lençol iluminado - para projectar as sombras.
Arquimedes numa banheira.
Maxwel em saca rolhas
Pierre Curie... por rádio (hoje, talvez internet)
Mas o mais explosivo, sexualmente seria, sem dúvida, o Nobel! Verdadeira dinamite. M
9.
Bem, acho que se for um cientista NO EXAGERO DA PALAVRA (Aquele que é tipo cientista-maluco) a sua vida amorosa deverá ser uma vida em que devido ao seu horário de trabalho não rígido, deverá ter alguns problemas no que diz respeito à busca do seu grande amor e mesmona sustentação familiar de um relacionamento presente. Isto pq o seu horário muitas vezes o condiciona a ele e faz com que ele se interesse e se entusiasme por vezes demais no seu trabalho e menos um pouco na sua família. Um cientista é tão metódico e tão com os procedimentos bem definidos que via tudo o que tivesse a ver com a mulher relacionado com a ciência, ou seja, instigar-se sempre com o “porque”, (pq é k a mulher é assim? Pq é k a mulher tem tt necessidade de falar? Pk é k a mulher tem tanta necessidade de se vestir bem e de ser vaidosa? Pk é k a mulher tem necessidade de dizer mal das outras)…. E também com o “Como” (como é k a conquistarei? Como é k a mulher terá mais prazer? Como é k a posso levar a jantar?) e o “o que é? (O que é k a faz gostar mais de mim? O que é o prazer? O que é o amor? O que é o carinho”) M
10.
O segundo ponto é ainda mais estranho, nos finais dos actos amorosos da “vida amorosa” é normal que aconteçam coisas, hummmm…, “diferentes”, que nos os leigos (não cientistas) achamos normais e deixamo-nos estar todos contentes sentados no sofá. Agora não é normal no fim ir a correr para o Google para se tentar provar o quer que tenha acontecido, é pá, quebra a parte amorosa. Tirando isso acho normal. M
12.
13.
Enquanto q aqueles q não são cientistas abstraem-se mais de tudo enqt estão a fazer o amor. É mais naquela de "ok, trabalho àparte, agora é para pinocar!" Só. E chega! Resumindo: um cientista, se não se puser a pau, pode ser muito chatinho na sua vida amorosa! F
14.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Ensaios em Lisboa
Para além de poderem continuar a seguir o work in progress pelo blog e facebook, todos os cientistas que queiram participar na Noite dos Investigadores mesmo não fazendo parte dos grupos de teatro têm muitas outras actividades que podem desempenhar: colaborando nas experiências hands-on de demonstrações cientificas, no speed-dating de cientistas com o público, e em tantas outras actividades que estão a ser preparadas para a grande noite de Setembro.
Para mais informações sobre estas e outras acções e de que forma podem colaborar escrevam para cientistasaopalco@gmail.com









